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17 de fevereiro de 2013
COM DOIS GOLS DE DOUGLAS COUTINHO E UM DE HARRISON, CAP VENCE O J. MALUCELLI.
Após duas partidas longe de Curitiba, o Atlético Paranaense voltou a atuar no Ecoestádio e enfrentou na tarde deste sábado (16) o J. Malucelli. O Furacão foi superior durante toda a partida e venceu por 3 a 1. Os gols do CAP foram marcados por Douglas Coutinho [duas vezes] e Harrison [em cobrança de pênalti]. O atacante Bruno Batata descontou para o time visitante.
O jogo:
O Furacão começou a partida com maior poder ofensivo. Logo aos sete minutos, Harrison tabelou com Douglas Coutinho, que arriscou de fora da área, com muito perigo. Um minuto depois, os papéis se inverteram. Coutinho lançou Harrison. O meia deu um chapéu no zagueiro e tentou de bicicleta, mas o goleiro fez a defesa.
Aos 21 minutos, o Rubro-Negro abriu o placar. Douglas Coutinho recebeu em velocidade, deu uma meia lua no zagueiro do J. Malucelli e tocou por cima do goleiro, marcando um golaço no Ecoestádio. No intervalo do jogo, Douglas revelou à Rádio CAP que tentou o cruzamento. Na única chance de perigo do J. Malucelli, aos 40 minutos, o adversário empatou. Bruno Batata aproveitou bola rebatida na área, finalizou e deixou tudo igual. 1 a 1.
Assim como aconteceu na primeira etapa, o Furacão teve mais volume de jogo no segundo tempo. E ficou em vantagem no placar aos 24 minutos. O lateral-direito Léo foi derrubado dentro da área. O meia Harrison cobrou com tranquilidade, no canto direito do goleiro e marcou o segundo gol do Furacão na partida e o terceiro dele na competição. 2 a 1.
Mesmo vencendo, o Rubro-Negro continuou no ataque e ampliou aos 33 minutos. Douglas Coutinho lançou Junior de Barros, que dominou no peito e, de calcanhar, devolveu para Coutinho. O atacante teve tranquilidade e apenas deslocou o goleiro, marcando o terceiro gol do CAP e o segundo dele no jogo. 3 a 1.
O Furacão chegou aos 11 pontos na competição. A próxima partida do CAP no Campeonato Paranaense será no domingo (24), contra o Coritiba, no estádio Couto Pereira, às 16h.
Ficha técnica:
Atlético Paranaense x J. Malaucelli
Campeonato Paranaense 2013 – 9ª Rodada
Data: 16/02/2013
Local: Estádio Janguito Malucelli (Ecoestádio)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva
Assistentes: Bruno Boschilia e Moisés Aparecido de Souza
Público pagante: 2.396 pessoas
Público total: 2.907 pessoas
Atlético Paranaense: Santos; Léo, Erwin, Bruno Costa e Héracles; Renan Foguinho, Elivelton (Marcos Guilherme), Renato e Harrison; Pablo (Junior de Barros) e Douglas Coutinho (Rafael Zuchi).
Técnico: Arthur Bernardes.
J. Malucelli: Fabricio; Fabinho, Diego Alemão, Tiago e Tomas; Fernando Gomes, Wellington, Andrezinho (Willian) e Ceará (Caio Vinícius); Bruno Batata e Potita (Leandro Costa).
Técnico: Sandro Forner.
Gols: Douglas Coutinho, aos 21’ do 1º T (Atlético Paranaense); Bruno Batata, aos 40’ do 1º T (J. Malucelli); Harrison, aos 24’ do 2º T e Douglas Coutinho, aos 33’ do 2º T (Atlético Paranaense)
Cartões Amarelos: Erwin, Renato, Harrison, Léo (Atlético Paranaense) Fernando Gomes, Tiago Alencar (J. Malucelli).
(fonte: atleticoparanaense.com.br )
11 de fevereiro de 2013
Atlético Paranaense é campeão da Marbella Cup.
Na tarde deste domingo (10), o Atlético Paranaense conquistou o primeiro título do ano ao vencer o Dínamo Bucareste (Romênia) na final da Marbella Cup. O Furacão fez 1 a 0 e levou o título da competição disputada no Sul da Espanha para o CT do Caju.
O gol da conquista foi marcado por Marcão, aos 36 minutos do primeiro tempo.
O jogo:
O primeiro tempo começou muito movimentado no meio de campo, com as duas equipes marcando forte. O Dínamo Bucareste chegou com mais perigo nos 15 minutos iniciais. Porém, o Furacão equilibrou a partida e abriu o placar com Marcão. O atacante completou um chute cruzado de Everton, aos 36' minutos do primeiro tempo.
Na segunda etapa, o Atlético Paranaense continuou administrando a partida e chegou com perigo em jogadas de Marcelo e Marcão. O meia Elias entrou no lugar de Felipe e ajudou o elenco atleticano a conquistar a vitória e o título da Marbella Cup.
Na terça-feira (12), o time atleticano faz o último amistoso antes de voltar para o Brasil. Os jogadores que não atuaram no jogo deste domingo enfrentam o Otelul Galati, às 10h (horário local) - 7h (horário de Brasília).
Ficha técnica:
Atlético Paranaense 1 x 0 Dínamo Bucareste
Marbella Cup
Final
Local: Estádio UD San Pedro (San Pedro Alcantara - Espanha)
Data: 10/02/2013
Horário: 13h (horário de Brasília)
Atlético Paranaense:
Weverton; Daniel (Derley), Manoel, Cleberson e Pedro Botelho; Deivid, João Paulo, Felipe e Everton (Ederson); Marcelo e Marcão
Técnico: Ricardo Drubscky
Dínamo Bucareste:
Balgradean; Rus Laurentiu, Srgian, Dragos e Musat; Curtean, Danciulescu (Axente), Sorin e Catalin; Boubacar (Dandea) e Alexe Marius;
Técnico: Cornel Talnar
Gol: Marcão, aos 36' do 1º T (Atlético Paranaense)
Cartões Amarelos: Danciulescu (Dínamo); Deivid (Atlético Paranaense)
7 de fevereiro de 2013
Atlético volta a empatar em casa.
O Atlético empatou novamente no EcoEstádio Janguito Malucelli no jogo disputado pela 6ª rodada do Campeonato Paranaense desta vez o adversário foi o Paranavaí. Com um público razoável para uma quarta-feira à tarde, o Furacão pecou nas finalizações e não conseguiu sair do 0 a 0 com o Vermelhinho do fim da linha.
Primeiro tempo movimentado
O Rubro-Negro começou atacando para o lado direito da torcida e logo no início Douglas Coutinho lançou a bola na área pela direita após boa jogada de Renatinho. O time começou bem, com boas jogadas de David Henrique (Manteiga) e Hernani buscando o ataque.
Aos 3 minutos Alex Ricardo cobrou falta para o Paranavaí e depois de uma pequena confusão na área a bola saiu. Em seguida, o Paranavaí teve sua primeira chance de gol com Celinho que chutou forte e Santos espalmou.
O Atlético conseguia manter a posse de bola e trocava passes com certa facilidade. Aos 9 minutos Zezinho cobrou um escanteio forte demais. Na recuperação Hernani chutou e o goleiro Naldo espalmou. Erwin tentou de novo, de frente para o gol e o goleiro defendeu novamente.
Com 13 minutos de jogo, Santos defendeu uma cobrança de falta do Paranavaí com segurança. Logo em seguida, o juiz marcou falta para o Furacão que Hernani cobra. O meia bateu forte, direto para o gol, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Aos 18 minutos Zezinho fez boa jogada pela direita, tocou para Tiago Adan finalizar, mas a zaga do Paranavaí afastou. Héracles sofreu falta aos 20 minutos do primeiro tempo na entrada da área. Hernani cobrou bem e o goleiro rebateu a bola que voltou para os pés do cobrador.
O Atlético dominava a partida e o Paranavaí tinha dificuldade para chegar na área. Aos 27 minutos Renatinho finalizou bem mas o bandeira marcou impedimento. Somente aos 30 minutos do primeiro tempo que o Paranavaí chegou com algum perigo na área, mas a zaga atleticana afastou.
O Rubro-Negro seguiu pressionando e, aos 33 minutos, Douglas Coutinho tentou um chute de voleio que arrancou um “uuhh” da torcida. O Furacão era melhor em campo mostrando boa movimentação, mas não conseguia converter as boas oportunidades próximas da meta do goleiro Naldo.
No finalzinho do primeiro tempo o árbitro anotou uma falta para o Atlético na entrada da área e Hernani cobrou na barreira.
Substituições não surtiram efeito
No segundo tempo ambos os times voltaram sem alterações. No entanto, o Paranavaí melhorou em campo, fechando a marcação e dificultando a movimentação do Atlético. Aos 3 minutos, o atacante Felipe Gabriel conseguiu a finalização para o gol mas o bandeira já marcava o impedimento.
A primeira pontada do Atlético foi aos 5 minutos quando Hernani cruzou na área e a bola passou por todo mundo. Douglas Coutinho limpou a jogada mas chutou para fora. O jogo ficou mais aberto, com os dois times chegando no ataque com mais facilidade.
Aos 10 minutos, o Paranavaí cobrou escanteio e depois de um bate-rebate na área a zaga rubro-negra afastou o perigo. No contra-ataque, Renatinho cruzou para Douglas Coutinho tentar de cabeça. Logo em seguida era a vez de Brito, do Paranavaí chutar forte para a defesa de Santos. Na sequência Hernani chutou forte e a boa passou logo acima do travessão.
Aos 15, Hernani sofreu falta e, na cobrança, Zezinho perdeu uma boa chance de abrir o placar. Dois minutos depois Tiago Adan limpou a jogada e tentou um bom chute de fora da área. O goleiro do Paranavaí espalmou.
Somente aos 21 minutos do segundo tempo o técnico Arthur Bernardes fez a primeira mudança: saiu Tiago Adan para a entrada de Júnior Barros.
O jogo seguiu sem grandes melhoras e aos 28 minutos Héracles chegou perto do gol e tentou cruzar, mas a bola saiu para escanteio. Com 31 minutos decorridos do segundo tempo Douglas Coutinho tentou de novo o voleio e não teve sucesso.
Aos 34 minutos saiu o lateral Renatinho para a entrada de Marcos Guilherme. O jogo não mudou de panorama, já que o time continuava tendo dificuldades para chegar com perigo no ataque.
Trinta e sete minutos e Júnior Barros arriscou um chute forte. A bola passou longe da meta.
Já com 38 minutos da segunda etapa o técnico tirou Zezinho para colocar Taiberson que, na sua primeira posse de bola, desceu pela direita e cruzou para a área. A zaga do Paranavaí afastou com facilidade.
Aos 41 minutos Junior Barros recebeu na área, se atrapalhou e chutou fraco para fora. Já no finalzinho o Paranavaí valorizava a posse de bola, tentando manter o empate e levar para casa o ponto conquistado.
O Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo contra o Londrina, em partida que será disputada no norte do Estado.
fonte: (furacao.com)
25 de janeiro de 2013
Atlético joga mal e fica no empate.
O Atlético foi a Rolândia com a esperança de vencer o Nacional e recuperar os pontos perdidos na estreia do Campeonato Paranaense. Com várias alterações na equipe de Arthur Bernardes, o Rubro-Negro ficou no empate por 1 a 1 no norte do Estado.
Depois de ser amplamente dominado na primeira etapa, o Furacão foi um pouco melhor no segundo tempo, mas sofreu um gol aos 45 minutos e só conseguiu o empate em um polêmico pênalti marcado no apagar das luzes. O resultado coloca ainda mais pressão sobre a equipe que, no domingo (25), enfrenta o Paraná Clube.
Domínio adversário na primeira etapa
O Atlético iniciou o jogo dando a impressão de que iria para cima. Logo no primeiro minuto, Zezinho chegou à frente e cruzou da direita para a área, mas a zaga do Nacional conseguiu cortar antes que a bola chegasse até Renato. Aos cinco, Junior desviou de cabeça para Pablo, que chutou para fora.
Mas o ímpeto ofensivo atleticano logo diminuiu. Aos nove minutos o lateral-direita Adriano, que voltou ao time depois de mais de 10 meses, fez falta infantil e recebeu cartão amarelo. E, a partir daí, só deu Nacional. Aos 15 minutos, Catatau chutou de longe e a bola explodiu no travessão. Aos 19, novamente o atacante da equipe alviceleste acertou a trave.
Tentando esboçar uma reação, aos 28 minutos Junior de Barros fez boa jogada e tocou para Héracles, que invadiu a área com perigo, mas foi interceptado pelo goleiro Vinícius. Porém, sem levar perigo ao gol adversário, o Atlético foi dominado pelo Nacional durante praticamente todo o primeiro tempo. Aos 36, no contra-ataque, Willy roubou a bola de Zezinho e lançou para Catatau que, depois de driblar Santos, tocou para o gol. Erwin conseguiu salvar em cima da linha.
A única boa oportunidade do Rubro-Negro surgiu numa cobrança de falta, aos 43 minutos, quando Héracles bateu bem e obrigou Vinícius a praticar boa defesa, espalmando para escanteio.
Pênalti nos acréscimos evita desastre
Sem mudanças no time para a segunda etapa, o Rubro-Negro voltou um pouco mais disposto. O técnico Arthur Bernardes pediu mais objetividade nos passes e modificou o posicionamento tático, o que melhorou o desempenho atleticano.
Logo nos primeiros minutos, Junior de Barros tabelou com Zezinho, que chutou forte em direção ao gol. A bola bateu na zaga e foi para fora. Subindo ao ataque, aos quatro minutos Héracles fez linda jogada pela esquerda, mas errou o cruzamento. Aos seis, o Nacional respondeu com Willy, que cabeceou forte, por cima do gol.
Aos 11, Zezinho cobrou escanteio e Junior escorou de cabeça, mas a bola desviou na zaga e saiu pela linha de fundo. Dois minutos mais tarde, o camisa 10 recebeu de Héracles e chutou para o gol, mas o goleiro alviceleste conseguiu espalmar.
Em busca do gol, o Furacão chegou ainda com Junior de Barros, Héracles e Maycon Canário. Mas, a partir dos 20 minutos, o Nacional voltou a equilibrar a partida. Aos 27 minutos, Guaru recebeu na área e chutou para ótima defesa de Santos. Dois minutos depois, Bernardes promoveu a primeira alteração na equipe com a entrada de Harrison, no lugar de Maycon Canário. O meia entrou com vontade e, aos 35 minutos, depois de receber de Pablo, chutou forte para boa defesa de Vinícius.
Em seguida, o técnico atleticano sacou Zezinho para a entrada de Taiberson, deixando a equipe ainda mais ofensiva. Mas as mudanças não surtiram grande efeito. Já no final da partida, aos 41 minutos, Adriano saiu machucado para a entrada de Hernani e o jogo ia se encaminhando para um empate sem gols.
Mas os donos da casa buscavam a vitória. Aos 45, Fernando Presente cobrou falta com perigo para grande defesa de Santos. E, logo em seguida, Tcharlles marcou. O desastre só foi evitado porque, aos 47 minutos, Héracles caiu na área e o árbitro Paulo Roberto Alves Junior marcou pênalti. Na cobrança, Harrison empatou o jogo.
Sem conseguir vencer em duas rodadas no campeonato estadual, o Atlético vai agora pressionado para o clássico contra o Paraná Clube. A partida ocorre no domingo (27), às 17h, no Ecoestádio Janguito Malucelli.
21 de janeiro de 2013
Furacão estreia com empate no Campeonato Paranaense
O Atlético Paranaense fez sua estreia no Campeonato Paranaense com um empate com a equipe do Rio Branco, de Paranaguá. A partida, que ocorreu no estádio Janguito Malucelli (Ecoestádio), terminou 1 a 1, com gols de Pablo, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Erwin (contra), aos 16 minutos do segundo tempo.
Com o empate, o Furacão termina a primeira rodada do Estadual com um ponto e na quinta colocação. O próximo jogo do Rubro-Negro acontece na quinta-feira (24), às 20h30, em Rolândia, contra a equipe do Nacional.
Pablo marca o primeiro gol do CAP no Paranaense 2013.
O Furacão iniciou a partida contra o Rio Branco pressionando e explorando as jogadas rápidas pelo meio. Aos cinco minutos, o primeiro grande lance de perigo. Harrison lançou o atacante Junior de Barros, que tocou na saída do goleiro. A bola tocou na trave direita do goleiro Felipe. Pouco mais de três minutos depois, Harrison cruzou novamente para Junior, que por muito pouco não conseguiu a finalização.
Após os dois lances, o Rio Branco conseguiu equilibrar a partida com forte marcação no meio de campo. O CAP aproveitava para explorar os contra-ataques e os erros do adversário, como no lance aos 26 minutos. O zagueiro Vinicius recuou errado para Felipe, Junior aproveitou e chutou para a defesa do goleiro.
No lance seguinte, o Furacão abriu o placar. Junior recuperou a bola na direita e cruzou para Pablo cabecear para o fundo do gol.
No segundo tempo, a equipe visitante partiu para o ataque e conseguiu o empate em um descuido defensivo. Após cruzamento pela direita, o zagueiro Erwin desviou e marcou contra. O Rubro-Negro respondeu rápido e quase desempatou dois minutos depois, com um chute forte de Junior por cima do gol.
Aos 33, Pablo girou e chutou rasteiro, a bola passou raspando na trave esquerda. O último lance de perigo ocorreu aos 38 minutos. Héracles cruzou da esquerda e Taiberson finalizou no travessão.
Ficha Técnica:
Atlético Paranaense 1 x 1 Rio Branco
Campeonato Paranaense 2013 - 1ª Rodada
Data: 20/01/2013
Local: Estádio Janguito Malucelli (Ecoestádio), Curitiba
Árbitro: Antônio Denival de Morais
Assistentes: Luciano Roggenbaum e Marcos Rogério da Silva.
Público Pagante: 3.726
Público Total: 4.214
Atlético Paranaense:
Santos; Jean Felipe (Marcos Guilherme), Erwin, Bruno Costa e Héracles; Renan Foguinho, Renato, Harrison (Bruno Pelissari) e Pablo; Edigar Junio (Taiberson) e Junior de Barros.
Técnico: Arthur Bernardes
Rio Branco:
Felipe; Elvis, Valdir, Vinicius e Wagner; Duda (Samuel), Peu, Renan Meduna (Fabinho) e Renan Tavares; Willian (Grafite) e Bahia.
Técnico: Gassem Youssef
Gols: Pablo, aos 27' do 1ºT (Atlético Paranaense); Erwin- contra, aos 16' do 2º T (Rio Branco)
Cartões Amarelos: Valdir e Bahia (Rio Branco); Rena Foguinho (Atlético Paranaense)
Cartão Vermelho: Valdir (Rio Branco)
fonte: atleticoparanaense.com
11 de janeiro de 2013
Atlético Paranaense fará pré-temporada na Espanha em fevereiro.
A equipe profissional do Atlético Paranaense, fará parte da sua
pré-temporada 2013 na Espanha. Entre o dia 1º de fevereiro até o dia 12
do mesmo mês, os jogadores ficarão concentrados na cidade espanhola de
Benahavis, na província de Málaga, para participar da Marbella Cup e de
um amistoso, com adversário a ser definido.
A Marbella Cup está em sua terceira edição e reúne clubes da Europa que se preparam para a continuidade dos campeonatos. Neste ano, participarão o Dínamo Kiev (vice-campeão do Campeonato Ucraniano), Lech Poznan (Polônia), Ludogorets Razgad (Campeão da Bulgária), Dínamo Kutaisi (Geórgia), Dínamo Bucarest (vice-campeão da Romênia), Otelul Galati (Campeão da Romênia) e o Rubin Kazan (Campeão da Rússia).
As partidas acontecerão no Estádio de Marbella e no Complexo Esportivo da cidade, entre os dias 4 e 11 de fevereiro. Os horários dos jogos, o grupo e os adversários do Atlético Paranaense serão conhecidos no sorteio oficial, no dia 22 de janeiro.
O diretor de Relações Internacionais do CAP, Luiz Greco, explica sobre a viagem atleticana. "Faremos uma pré-temporada um pouco mais longa para o time profissional e embarcaremos no dia 1º de fevereiro para Espanha. Durante o período que estivermos lá, os jogadores contarão com um Centro de Treinamentos com todas as condições e estrutura para a preparação".
O Clube Atlético Paranaense está mais uma vez quebrando paradigmas no âmbito dos clubes profissionais, segundo o técnico Ricardo Drubscky. "Espero que essa ideia de vanguarda vire exemplo no futebol brasileiro, pois precisamos deste tipo de intercâmbio. Temos que levar a escola brasileira para fora do país, não somente vender jogadores. Nós da comissão técnica e os jogadores receberam de bom grado está pré-temporada na Espanha".
Sobre a pré-temporada, Drubscky destaca os jogos oficiais que o time fará na Espanha. "Serão partidas importantes, com equipes fortes do Leste Europeu. O Atlético soube combinar e ajustar bem as nossas necessidades com as oportunidades que surgiram", diz o treinador, explicando um pouco mais a importância de uma fase de treinamentos maior.
"Só um clube com a dimensão do Atlético tem a capacidade de fazer um complemento de uma pré-temporada com este perfil. Todos sabem que o calendário brasileiro escraviza os grandes clubes, pois começam o ano jogando após, no máximo, 15 dias treinando e terminam o ano no sufoco, no final de novembro ou início de dezembro. Tenho a certeza que colheremos os frutos disso tudo lá para frente".
fonte: www.atleticoparanaense.com/
A Marbella Cup está em sua terceira edição e reúne clubes da Europa que se preparam para a continuidade dos campeonatos. Neste ano, participarão o Dínamo Kiev (vice-campeão do Campeonato Ucraniano), Lech Poznan (Polônia), Ludogorets Razgad (Campeão da Bulgária), Dínamo Kutaisi (Geórgia), Dínamo Bucarest (vice-campeão da Romênia), Otelul Galati (Campeão da Romênia) e o Rubin Kazan (Campeão da Rússia).
As partidas acontecerão no Estádio de Marbella e no Complexo Esportivo da cidade, entre os dias 4 e 11 de fevereiro. Os horários dos jogos, o grupo e os adversários do Atlético Paranaense serão conhecidos no sorteio oficial, no dia 22 de janeiro.
O diretor de Relações Internacionais do CAP, Luiz Greco, explica sobre a viagem atleticana. "Faremos uma pré-temporada um pouco mais longa para o time profissional e embarcaremos no dia 1º de fevereiro para Espanha. Durante o período que estivermos lá, os jogadores contarão com um Centro de Treinamentos com todas as condições e estrutura para a preparação".
O Clube Atlético Paranaense está mais uma vez quebrando paradigmas no âmbito dos clubes profissionais, segundo o técnico Ricardo Drubscky. "Espero que essa ideia de vanguarda vire exemplo no futebol brasileiro, pois precisamos deste tipo de intercâmbio. Temos que levar a escola brasileira para fora do país, não somente vender jogadores. Nós da comissão técnica e os jogadores receberam de bom grado está pré-temporada na Espanha".
Sobre a pré-temporada, Drubscky destaca os jogos oficiais que o time fará na Espanha. "Serão partidas importantes, com equipes fortes do Leste Europeu. O Atlético soube combinar e ajustar bem as nossas necessidades com as oportunidades que surgiram", diz o treinador, explicando um pouco mais a importância de uma fase de treinamentos maior.
"Só um clube com a dimensão do Atlético tem a capacidade de fazer um complemento de uma pré-temporada com este perfil. Todos sabem que o calendário brasileiro escraviza os grandes clubes, pois começam o ano jogando após, no máximo, 15 dias treinando e terminam o ano no sufoco, no final de novembro ou início de dezembro. Tenho a certeza que colheremos os frutos disso tudo lá para frente".
fonte: www.atleticoparanaense.com/
11 de junho de 2012
Assim fica difícil, Furacão!
O Atlético enfrentou o CRB neste sábado (9), no estádio Rei Pelé, e foi derrotado por 2 a 0. O resultado preocupa, pois, apesar de estar com um jogo a menos, o Rubro-Negro se distanciou ainda mais do G4.
A falta de entrosamento, provocada por constantes mudanças na equipe titular, tem contribuído para os maus resultados e hoje não foi diferente: o técnico Juan Ramón Carrasco causou perplexidade com novas improvisações na escalação inicial e substituições inexplicáveis. Além disso, a equipe voltou a sentir o cansaço na segunda etapa, situação que vem se repetindo em todas as partidas.
Primeiro tempo desastroso
A equipe titular do Atlético, mais uma vez, foi bastante modificada para a partida contra o CRB. O zagueiro Bruno Costa foi escalado na lateral esquerda e Héracles, surpreendentemente, atuou como meia ao lado de Martín Ligüera.
E logo no início do jogo as invenções do técnico Juan Ramón Carrasco custaram caro ao Rubro-Negro. Sem saber como se posicionar, a meia cancha atleticana permitiu uma rápida troca de passes da equipe alagoana e viu a bola sobrar para Preto que, livre de marcação, estufou a rede de Rodolfo com menos de um minuto de jogo.
Poder-se-ia imaginar que, com o gol, os anfitriões recuassem e o Furacão passasse a buscar a virada. Mas a desorganização do Atlético em campo não permitiu qualquer reação. Jogando na base do chutão, sem trabalhar a bola e tentando uma ligação direta entre a defesa e o ataque, o Rubro-Negro teve uma atuação apática e não levou qualquer perigo à meta defendida por Anderson na primeira etapa.
Já o CRB, embora não tenha tido muitas oportunidades, procurou tocar a bola e criou as melhores chances do primeiro tempo, indo para o vestiário com a vantagem no placar.
Novos equívocos na segunda etapa
Se a lógica diria ser impossível piorar, o intervalo não fez bem para o Furacão. No retorno dos vestiários, Carrasco voltou a surpreender ao sacar Martín Ligüera, único meia de ligação da equipe, para promover a entrada de Bruno Furlan.
E diferentemente do que se poderia imaginar, quem começou pressionando na segunda etapa foi o CRB. Os donos da casa partiram para cima do Furacão, criando boa oportunidade de gol logo aos dois minutos com Preto, que errou por pouco. A equipe atleticana, por outro lado, continuou cometendo os mesmos erros da etapa inicial, atuando de maneira desorganizada e sem conseguir desenvolver as jogadas. Os alagoanos agradeceram a apatia rubro-negra e mantiveram o controle do jogo sem maiores dificuldades.
Mas apesar da nítida deficiência do Atlético na armação de jogadas, o treinador promoveu a entrada de Edigar Junio no lugar de Bruno Mineiro, mantendo três atacantes e um meio campo formado por dois volantes e um lateral. Perdida em campo, a equipe rubro-negra nada pode fazer para evitar a derrota. E, aos 31 minutos do tempo final, os jogadores do CRB entraram como quiseram pela defesa atleticana e Elsinho tocou no canto esquerdo de Rodolfo, ampliando o marcador.
A melhor chance atleticana na partida foi de bola parada, com uma cobrança de falta de Alan Bahia que, aos 42 minutos do segundo tempo, mandou a bola no travessão. Mas predominou a eficiência da equipe alagoana, que não desperdiçou as oportunidades que teve e soube tirar proveito da apatia atleticana.
2 de junho de 2012
Furacão vence e sobe na tabela.
Na fria e úmida noite desta sexta-feira, o Atlético recebeu o lanterna da Série B, Grêmio Barueri, no que pode ter sido a primeira e única partida do Furacão em Curitiba no Campeonato Brasileiro deste ano. Com um futebol burocrático no primeiro tempo e mais solto no segundo, o Furacão venceu o adversário com tranquilidade, pelo placar de 3 a 0.
A equipe que foi a campo contou com modificações com relação ao time que perdeu na rodada anterior, de virada, pelo placar de 2 a 1 para o Boa Esporte. Tiago Adan iniciou como titular na formação do técnico Juan Carrascom que também teve os retornos de Héracles e Paulo Baier.
Lampejo de qualidade de Paulo Baier salva a primeira etapa
Os primeiros 20 minutos de jogo foram de equilíbrio total, porém sem chances de gol para ambos os lados. Enquanto o Atlético esbarrava na falta de criatividade, o Barueri sofria com os impedimentos de Jóbson, que fazia sua estreia pela equipe paulista.
A partir daí o Grêmio Barueri começou a ter mais a posse de bola, demonstrando melhor organização tática em campo. Já o Atlético, sem criação nenhuma com a apagada atuação de Ligüera e a forte marcação sobre Paulo Baier, tentava chegar ao ataque com chutões da zaga, que não funcionavam. Irritados com a postura apática do Atlético em campo, muitos torcedores começaram a vaiar e exigir “raça” dos jogadores ainda na primeira etapa.
Os protestos surtiram efeito e, aos 36 minutos, Tiago Adan teve a primeira chance de gol para o Furacão. O camisa nove saiu na cara do goleiro mas bateu em cima do arqueiro. No lance seguinte, o Furacão “achou” o gol. Paulo Baier, que não vinha bem na partida, acertou um chute de rara felicidade, no ângulo esquerdo de Fernando Leal e abriu o placar na Vila Capanema.
Paulo Baier, mais uma vez, e Fernandão decretam a vitória rubro-negra
Para o segundo tempo o treinador uruguaio Juan Carrasco fez duas modificações. Saíram dois dos jogadores mais apagados do primeiro tempo, Ligüera e Bruno Mineiro, para as entradas de Zezinho e Fernandão, respectivamente.
As modificações tornaram o time mais voluntarioso e, aos 12 minutos, o substituto Fernandão chutou com violência e obrigou o goleiro do Barueri a espalmar a bola para o meio da área. Paulo Baier, que melhorou notavelmente após marcar o golaço na primeira etapa, apareceu nas costas da zaga para marcar seu segundo gol e ampliar a vantagem rubro-negra. Furacão 2 a 0.
O Barueri sentiu o golpe e passou a ter dificuldades para chegar a frente. Apostando suas fichas na velocidade do atacante Willian Henrique, que substituiu Jobson, os visitantes paravam nos desarmes da dupla de zaga atleticana: Manoel e Cleberson.
Em uma escapada pela ponta direita, Edigar Junio assustou o Grêmio Barueri, aos 26 minutos do segundo tempo. O atacante cortou a marcação e bateu de esquerda, rente a trave esquerda.
Aos 37 minutos da etapa final mais uma oportunidade de gol para o Atlético, com Fernandão. O atacante rubro-negro avançou pela esquerda e, já dentro da área, chutou forte, rasteiro, exigindo boa defesa do goleiro Fernando.
Já no apagar das luzes, aos 45 minutos, Fernandão teve a última oportunidade da partida e desta vez não perdoou. Edigar Junio deu belo passe e deixou o centroavante de frente para o gol. Com tranquilidade, Fernandão tocou na saída do goleiro, fechando a vitória por 3 a 0.
Com a vitória o Furacão chegou aos seis pontos, ocupando momentaneamente a quarta colocação da Série B. Agora, o Atlético se prepara para encarar o CRB, no estádio Rei Pelé, no dia 9.
19 de maio de 2012
Furacão goleia na estreia da Série B.
Depois de 16 anos, o Atlético voltou a disputar uma partida pela Série B do Campeonanto Brasileiro. Fora de casa, o Furacão deu os primeiros passos em busca do retorno à elite do futebol nacional, garantindo uma vitória sobre o Joinville, por 4 a 1.
Sem poder contar com alguns jogadores considerados titulares, o técnico Juan Ramón Carrasco improvisou novamente nas laterais, escalando Zezinho na esquerda e Pablo na direita. Na meia cancha, promoveu o retorno de Paulo Baier e, no ataque, a estreia de Fernandão. Mas como destacou em reiteradas oportunidades, manteve o esquema ofensivo, jogando em busca do resultado.
Diante de um grande número de torcedores que compareceram à Arena Joinville para apoiar o time, o Furacão partiu para cima dos donos da casa e conseguiu os primeiros três pontos na competição.
Primeiro tempo movimentado, mas com vantagem rubro-negra
As duas equipes começaram a partida buscando o gol. Logo aos dois minutos, o Furacão perdeu grande chance de abrir o placar com Pablo, que recebeu livre na pequena área, ajeitou com tranquilidade, mas chutou para fora. O Joinville respondeu em seguida, aos quatro minutos, quando Manoel salvou quase em cima da linha.
A partir disso, embora o Tricolor tenha chegado com perigo em algumas oportunidades, o Rubro-Negro passou a dominar a partida. Com mais posse de bola, o Atlético chegava frequentemente ao ataque, especialmente com Ricardinho, que teve boa movimentação.
Mas o primeiro gol da partida saiu dos pés de Paulo Baier. O maestro, que já havia cobrado uma falta que levou perigo à meta defendida por Ivan, cobrou falta da intermediária encontrando Bruno Mineiro que, livre de marcação, cabeceou para o fundo das redes aos 18 minutos.
Apesar da vantagem no placar, o Furacão manteve o ritmo e quase ampliou aos 23 minutos, quando Baier invadiu a área e tocou para defesa milagrosa do goleiro adversário, que espalmou para a linha de fundo. Na cobrança do escanteio, o maestro novamente foi preciso e encontrou livre o zagueiro Manoel, que só teve o trabalho de mandar para as redes, de cabeça, ampliando o placar.
Na segunda etapa, pressão inicial não intimidou o Rubro-Negro
Diferentemente do que ocorreu no primeiro tempo, na segunda etapa o Atlético começou sendo dominado pelo Joinville, que pressionou nos minutos iniciais em busca do empate. Aos cinco minutos, Lima invadiu a área e tropeçou nos próprios pés, mas o árbitro marcou pênalti, que o próprio atacante bateu e converteu.
O Tricolor se animou com o gol e continuou pressionando. Mas o Rubro-Negro mostrou personalidade e não se intimidou e, aos 12 minutos, depois de bela jogada armada entre Bruno Mineiro e Martín Ligüera, a bola sobrou para Paulo Baier que, dentro da área, tocou para Fernandão ampliar o placar para o Atlético.
A equipe do Joinville sentiu o gol e, por outro lado, o técnico Juan Ramón Carrasco tratou de fechar a meia cancha, promovendo a entrada de Renan Teixeira para melhorar a marcação ao lado de Alan Bahia, que havia entrado minutos antes do gol atleticano.
Depois disso, o Furacão não sofreu mais perigo e ainda conseguiu ampliar a vantagem com Renan Teixeira que, aos 39 minutos, marcou o gol da vitória.
Sem poder contar com alguns jogadores considerados titulares, o técnico Juan Ramón Carrasco improvisou novamente nas laterais, escalando Zezinho na esquerda e Pablo na direita. Na meia cancha, promoveu o retorno de Paulo Baier e, no ataque, a estreia de Fernandão. Mas como destacou em reiteradas oportunidades, manteve o esquema ofensivo, jogando em busca do resultado.
Diante de um grande número de torcedores que compareceram à Arena Joinville para apoiar o time, o Furacão partiu para cima dos donos da casa e conseguiu os primeiros três pontos na competição.
Primeiro tempo movimentado, mas com vantagem rubro-negra
As duas equipes começaram a partida buscando o gol. Logo aos dois minutos, o Furacão perdeu grande chance de abrir o placar com Pablo, que recebeu livre na pequena área, ajeitou com tranquilidade, mas chutou para fora. O Joinville respondeu em seguida, aos quatro minutos, quando Manoel salvou quase em cima da linha.
A partir disso, embora o Tricolor tenha chegado com perigo em algumas oportunidades, o Rubro-Negro passou a dominar a partida. Com mais posse de bola, o Atlético chegava frequentemente ao ataque, especialmente com Ricardinho, que teve boa movimentação.
Mas o primeiro gol da partida saiu dos pés de Paulo Baier. O maestro, que já havia cobrado uma falta que levou perigo à meta defendida por Ivan, cobrou falta da intermediária encontrando Bruno Mineiro que, livre de marcação, cabeceou para o fundo das redes aos 18 minutos.
Apesar da vantagem no placar, o Furacão manteve o ritmo e quase ampliou aos 23 minutos, quando Baier invadiu a área e tocou para defesa milagrosa do goleiro adversário, que espalmou para a linha de fundo. Na cobrança do escanteio, o maestro novamente foi preciso e encontrou livre o zagueiro Manoel, que só teve o trabalho de mandar para as redes, de cabeça, ampliando o placar.
Na segunda etapa, pressão inicial não intimidou o Rubro-Negro
Diferentemente do que ocorreu no primeiro tempo, na segunda etapa o Atlético começou sendo dominado pelo Joinville, que pressionou nos minutos iniciais em busca do empate. Aos cinco minutos, Lima invadiu a área e tropeçou nos próprios pés, mas o árbitro marcou pênalti, que o próprio atacante bateu e converteu.
O Tricolor se animou com o gol e continuou pressionando. Mas o Rubro-Negro mostrou personalidade e não se intimidou e, aos 12 minutos, depois de bela jogada armada entre Bruno Mineiro e Martín Ligüera, a bola sobrou para Paulo Baier que, dentro da área, tocou para Fernandão ampliar o placar para o Atlético.
A equipe do Joinville sentiu o gol e, por outro lado, o técnico Juan Ramón Carrasco tratou de fechar a meia cancha, promovendo a entrada de Renan Teixeira para melhorar a marcação ao lado de Alan Bahia, que havia entrado minutos antes do gol atleticano.
Depois disso, o Furacão não sofreu mais perigo e ainda conseguiu ampliar a vantagem com Renan Teixeira que, aos 39 minutos, marcou o gol da vitória.
10 de maio de 2012
Furacão na próxima fase da Copa do Brasil!
Com a ausência de Paulo Baier, o Atlético iniciou o jogo com Zezinho no meio de campo. Outra novidade foi a presença de Renan Teixeira. Dessa forma, o técnico Ramon Carrasco deixou de utilizar seu tradicional esquema 4-3-3 para usar o esquema 4-4-2. A partida começou a ser disputada de forma muito aberta, com o Atlético explorando bastante os contra-ataques. E foi dessa forma que o Atlético abriu o placar aos 26 minutos. Ligüera deu lindo passe para Guerrón marcar na saída do goleiro Fábio. O jogo poderia ficar mais tranquilo para o Furacão quando Roger, ao simular um pênalti, recebeu o segundo amarelo aos 35 minutos e foi expulso. Entretanto, Patrick cometeu uma penalidade infantil em Wellington Paulista quatro minutos após a expulsão. Ele mesmo cobrou e decretou o empate e o placar da primeira etapa.
O Furacão começou a segunda etapa com a mesma estratégia da etapa inicial: buscar o contra-ataque. E aos 14 minutos, numa bela jogada de Guerrón, o equatoriano retribuiu o passe de Liguera no primeiro gol e deixou o uruguaio bem posicionado para marcar o segundo gol atleticano. Com a classificação muito bem encaminhada, o Atlético jogou o restante da partida com inteligência, sem permitir que o Cruzeiro assustasse. Bruno Mineiro e Guerrón ainde tiveram boas oportunidades para aumentar o placar. Nova vitória atleticana sobre o Cruzeiro.
As atenções do elenco e da torcida rubro-negra se voltam agora para o Atletiba que decidirá o Campeonato Paranaense no próximo domingo, no Couto Pereira.
7 de maio de 2012
Empate no primeiro jogo da final.
O Atletiba 351, o primeiro das finais do Campeonato Paranaense deste ano, começou bastante movimentado na Vila Capanema e, logo antes dos cinco minutos, dois lances bastante contestáveis por parte da arbitragem de Evandro Rogério Roman.
Aos quatro minutos Lincoln chutou violentamente Bruno Furlan que já estava caído e, apesar de ser um típico lance para expulsão direta, o árbitro sequer advertiu o jogador com cartão amarelo. Vale lembrar que no Atletiba do segundo turno, no Couto Pereira, o atleticano Guerrón foi expulso por um lance semelhante.
Na sequência, um minutos depois, o mesmo Lincoln recebeu em posição de impedimento e completou para o gol mesmo após Roman já ter parado o lance. Novamente a arbitragem levou só na “conversa” e não advertiu o jogador do Coritiba com cartão amarelo. Se Evandro Rogério Roman , árbitro FIFA, tivesse aplicado a regra, o Coritiba deveria ter ficado com um jogador a menos logo aos cinco minutos do primeiro tempo.
O primeiro lance de perigo do Atlético foi aos 15 minutos. Bruno Furlan recebeu dentro da área e tentou encobrir o goleiro Vanderlei, porém o arqueiro conseguiu tocar na bola e evitar o gol. A resposta do Coritiba veio aos 19 minutos. Éverton Ribeiro limpou a marcação e chutou rasteiro, acertando o canto direito do goleiro Vinícius para abrir o placar na Vila Capanema.
O Atlético não se abalou e foi para cima. Aos 23 minutos Manoel cabeceou por cima e aos 24 veio o empate. Ligüera cruzou e Bruno Furlan furou, porém o outro Bruno, o Mineiro, não perdoou e fuzilou as redes, empatando o clássico.
Dez minutos após o gol o Furacão voltou a assustar. Ligüera chutou com força e obrigou Vanderlei a se esticar todo para fazer a defesa. Bruno Furlan ficou com o rebote, porém o chutes saiu torto e a bola foi para fora. Aos 38 minutos foi a vez de Bruno Mineiro chutar com perigo. A bola passou rente a trave direita do Coritiba.
O último lance de perigo antes do intervalo foi aos 44 minutos, quando Paulo Baier teve uma falta frontal para cobrar, porém o experiente capitão atleticano bateu mal, por baixo, e a bola parou na barreira.
O Atlético voltou para a segunda etapa com uma alteração. O técnico Juan Carrasco sacou o atacante Bruno Furlan e colocou Taiberson em seu lugar. O Coritiba voltou sem alterações.
Aos dois minutos da etapa complementar, Emerson derrubou Bruno Mineiro na entrada da área. Apesar do número elevado de faltas dos jogadores do Coritiba, o árbitro Evandro Rogério Roman seguiu sem advertí-los com cartões amarelos. Na cobrança Paulo Baier mais uma vez não bateu bem e a bola parou na barreira, novamente. O Coritiba respondeu no lance seguinte, em cruzamento rasteiro que passou por toda a extensão da área e, para a sorte do Atlético, o atacante Roberto não chegou a tempo de completar para o gol.
Aos nove minutos o Furacão virou o placar com o uruguaio Ligüera. Ricardinho mandou uma bomba de fora da área, Vanderlei bateu roupa e Ligüera pegou a sobra e empurrou para o gol. Furacão na frente!
Aos 20 minutos o menino Taiberson, que fez seu segundo jogo com a camisa atleticana nos profissionais quase marcou um golaço! O camisa 17 recebeu a bola na ponta direita, cortou para o meio e bateu de esquerda com categoria. A bola caprichosamente bateu na forquilha da trave. Aos 27 minutos do segundo tempo Roman voltou a prejudicar o Furacão. Zezinho foi tocado por baixo por Lucas Mendes, dentro da área, e o árbitro mandou seguir o lance.
O Coritiba só voltou a chegar com perigo aos 32 minutos, quando a zaga atleticana bateu cabeça e Roberto apareceu livre para bater para o gol, porém o goleiro Vinícius fez boa defesa com os pés. Aos 34, porém, Vinícius não conseguiu evitar o empate após nova falha da zaga rubro-negra. Manoel e Bruno Costa falharam no mesmo lance e a bola sobrou para Anderson Aquino bater colocado no canto esquerdo. Partida empatada em 2 a 2.
Os últimos dez minutos de partida foram bastante nervosos, com ambas as equipes errando muito e com jogo ficando truncado no meio de campo. O último lance do Furacão foi aos 45 minutos da etapa final, em cobrança de escanteio, porém sem efeito algum.
Apesar dos erros de arbitragem, novamente o Furacão não reuniu competência necessária para vencer a partida e agora vai para o tudo ou nada no segundo jogo decisivo, no próximo domingo, no Couto Pereira. O único resultado que interessa ao Furacão é a vitória, visto que um novo empate, por qualquer placar, leva a disputa para os pênaltis.
Aos quatro minutos Lincoln chutou violentamente Bruno Furlan que já estava caído e, apesar de ser um típico lance para expulsão direta, o árbitro sequer advertiu o jogador com cartão amarelo. Vale lembrar que no Atletiba do segundo turno, no Couto Pereira, o atleticano Guerrón foi expulso por um lance semelhante.
Na sequência, um minutos depois, o mesmo Lincoln recebeu em posição de impedimento e completou para o gol mesmo após Roman já ter parado o lance. Novamente a arbitragem levou só na “conversa” e não advertiu o jogador do Coritiba com cartão amarelo. Se Evandro Rogério Roman , árbitro FIFA, tivesse aplicado a regra, o Coritiba deveria ter ficado com um jogador a menos logo aos cinco minutos do primeiro tempo.
O primeiro lance de perigo do Atlético foi aos 15 minutos. Bruno Furlan recebeu dentro da área e tentou encobrir o goleiro Vanderlei, porém o arqueiro conseguiu tocar na bola e evitar o gol. A resposta do Coritiba veio aos 19 minutos. Éverton Ribeiro limpou a marcação e chutou rasteiro, acertando o canto direito do goleiro Vinícius para abrir o placar na Vila Capanema.
O Atlético não se abalou e foi para cima. Aos 23 minutos Manoel cabeceou por cima e aos 24 veio o empate. Ligüera cruzou e Bruno Furlan furou, porém o outro Bruno, o Mineiro, não perdoou e fuzilou as redes, empatando o clássico.
Dez minutos após o gol o Furacão voltou a assustar. Ligüera chutou com força e obrigou Vanderlei a se esticar todo para fazer a defesa. Bruno Furlan ficou com o rebote, porém o chutes saiu torto e a bola foi para fora. Aos 38 minutos foi a vez de Bruno Mineiro chutar com perigo. A bola passou rente a trave direita do Coritiba.
O último lance de perigo antes do intervalo foi aos 44 minutos, quando Paulo Baier teve uma falta frontal para cobrar, porém o experiente capitão atleticano bateu mal, por baixo, e a bola parou na barreira.
O Atlético voltou para a segunda etapa com uma alteração. O técnico Juan Carrasco sacou o atacante Bruno Furlan e colocou Taiberson em seu lugar. O Coritiba voltou sem alterações.
Aos dois minutos da etapa complementar, Emerson derrubou Bruno Mineiro na entrada da área. Apesar do número elevado de faltas dos jogadores do Coritiba, o árbitro Evandro Rogério Roman seguiu sem advertí-los com cartões amarelos. Na cobrança Paulo Baier mais uma vez não bateu bem e a bola parou na barreira, novamente. O Coritiba respondeu no lance seguinte, em cruzamento rasteiro que passou por toda a extensão da área e, para a sorte do Atlético, o atacante Roberto não chegou a tempo de completar para o gol.
Aos nove minutos o Furacão virou o placar com o uruguaio Ligüera. Ricardinho mandou uma bomba de fora da área, Vanderlei bateu roupa e Ligüera pegou a sobra e empurrou para o gol. Furacão na frente!
Aos 20 minutos o menino Taiberson, que fez seu segundo jogo com a camisa atleticana nos profissionais quase marcou um golaço! O camisa 17 recebeu a bola na ponta direita, cortou para o meio e bateu de esquerda com categoria. A bola caprichosamente bateu na forquilha da trave. Aos 27 minutos do segundo tempo Roman voltou a prejudicar o Furacão. Zezinho foi tocado por baixo por Lucas Mendes, dentro da área, e o árbitro mandou seguir o lance.
O Coritiba só voltou a chegar com perigo aos 32 minutos, quando a zaga atleticana bateu cabeça e Roberto apareceu livre para bater para o gol, porém o goleiro Vinícius fez boa defesa com os pés. Aos 34, porém, Vinícius não conseguiu evitar o empate após nova falha da zaga rubro-negra. Manoel e Bruno Costa falharam no mesmo lance e a bola sobrou para Anderson Aquino bater colocado no canto esquerdo. Partida empatada em 2 a 2.
Os últimos dez minutos de partida foram bastante nervosos, com ambas as equipes errando muito e com jogo ficando truncado no meio de campo. O último lance do Furacão foi aos 45 minutos da etapa final, em cobrança de escanteio, porém sem efeito algum.
Apesar dos erros de arbitragem, novamente o Furacão não reuniu competência necessária para vencer a partida e agora vai para o tudo ou nada no segundo jogo decisivo, no próximo domingo, no Couto Pereira. O único resultado que interessa ao Furacão é a vitória, visto que um novo empate, por qualquer placar, leva a disputa para os pênaltis.
3 de maio de 2012
Placar de bom tamanho.
O placar foi magro, mas o Atlético venceu o Cruzeiro na primeira partida válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil de 2012, na noite desta quarta-feira (02), na Vila Capanema. O gol atleticano foi marcado por Edigar Junio.
Como não poderia ser diferente, o Atlético foi para cima do Cruzeiro e abriu o placar aos oito minutos. A jogada que originou o gol atleticano saiu dos pés de Paulo Baier, que tocou para Guerrón. O equatoriano carregou a bola, driblou seu adversário e cruzou para Edigar Junio, que completou o cruzamento para o fundo das redes de Fábio.
Aos 20 minutos, Patrick teve a chance de ampliar o marcador ao roubar a bola do zagueiro do Cruzeiro. Porém ,de frente com o goleiro cruzeirense, ajeitou o corpo e bateu a bola, que caprichosamente tocou na trave e foi para fora.
A única chance clara de marcar do Cruzeiro no primeiro tempo saiu dos pés do meia Roger, que recebeu de Diego Renan e bateu por cima da trave de Vinicius.
Time recuado, sufoco e mais gols perdidos
O Atlético voltou para o segundo tempo com duas alterações. Saíram Martín Ligüera e Edigar Junio e entraram Zezinho e Bruno Mineiro, respectivamente.
Tentando empatar a partida, o Cruzeiro teve a principal oportunidade aos 11 minutos da segunda etapa, quando Roger bateu forte de fora da área e Vinicius espalmou. A bola antes de sair ainda tocou no travessão.
Aos 15 minutos, Carrasco sacou o capitão Paulo Baier e colocou em seu lugar o volante Renan Teixeira, recuando mais ainda o time do Furacão.
Tentando sair nos contra ataques, o Rubro-Negro atraiu mais ainda a Raposa para o seu campo. Aos 21 minutos, o ex-atleticano Marcelo Oliveira perdeu um gol incrível ao receber na área e isolar a bola por cima do gol de Vinicius.
Aos 30, Patrick poderia ter matado o jogo após receber excelente passe de Guerrón, mas cabeceou a bola na trave. Já no apagar das luzes, o lateral-esquerda Héracles teve a bola do jogo ao receber de Bruno Mineiro na cara do goleiro Fábio e chutar por cima do gol cruzeirense.
Por hora, o Atlético esquece a Copa do Brasil e volta suas atenções para a primeira partida da final do campeonato Paranaense, no próximo domingo, contra o Coritiba, na Vila Capanema.
Como não poderia ser diferente, o Atlético foi para cima do Cruzeiro e abriu o placar aos oito minutos. A jogada que originou o gol atleticano saiu dos pés de Paulo Baier, que tocou para Guerrón. O equatoriano carregou a bola, driblou seu adversário e cruzou para Edigar Junio, que completou o cruzamento para o fundo das redes de Fábio.
Aos 20 minutos, Patrick teve a chance de ampliar o marcador ao roubar a bola do zagueiro do Cruzeiro. Porém ,de frente com o goleiro cruzeirense, ajeitou o corpo e bateu a bola, que caprichosamente tocou na trave e foi para fora.
A única chance clara de marcar do Cruzeiro no primeiro tempo saiu dos pés do meia Roger, que recebeu de Diego Renan e bateu por cima da trave de Vinicius.
Time recuado, sufoco e mais gols perdidos
O Atlético voltou para o segundo tempo com duas alterações. Saíram Martín Ligüera e Edigar Junio e entraram Zezinho e Bruno Mineiro, respectivamente.
Tentando empatar a partida, o Cruzeiro teve a principal oportunidade aos 11 minutos da segunda etapa, quando Roger bateu forte de fora da área e Vinicius espalmou. A bola antes de sair ainda tocou no travessão.
Aos 15 minutos, Carrasco sacou o capitão Paulo Baier e colocou em seu lugar o volante Renan Teixeira, recuando mais ainda o time do Furacão.
Tentando sair nos contra ataques, o Rubro-Negro atraiu mais ainda a Raposa para o seu campo. Aos 21 minutos, o ex-atleticano Marcelo Oliveira perdeu um gol incrível ao receber na área e isolar a bola por cima do gol de Vinicius.
Aos 30, Patrick poderia ter matado o jogo após receber excelente passe de Guerrón, mas cabeceou a bola na trave. Já no apagar das luzes, o lateral-esquerda Héracles teve a bola do jogo ao receber de Bruno Mineiro na cara do goleiro Fábio e chutar por cima do gol cruzeirense.
Por hora, o Atlético esquece a Copa do Brasil e volta suas atenções para a primeira partida da final do campeonato Paranaense, no próximo domingo, contra o Coritiba, na Vila Capanema.
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